autobiografia

Sou mineira, nascida em Uberlândia. Antes de me encantar pela psicanálise, me formei em Economia e trabalhei no mercado financeiro por alguns anos, até decidir dar uma grande guinada na minha vida. Deixei o Citibank, instituição onde eu trabalhava, e voltei para a faculdade. Me formei em psicologia pela PUC-SP e em seguida, concluí mestrado e doutorado pela USP. Terminando o doutorado, comecei minha formação em psicanálise na Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (https://www.sbpsp.org.br/). Com muito orgulho, posso dizer que sou psicanalista associada a esta conceituada instituição.

Hoje, já são 20 anos de experiência clínica e eu continuo estudando, sempre! Participo de seminários semanais no instituto, além de jornadas e congressos da área. Meu interesse teórico e minha prática clínica se orientam, principalmente, pela linha de trabalho da psicanálise inglesa, que, na esteira de Freud, evoluiu com o pensamento de Melanie Klein, Winnicott  e Wilfred Bion, além de outros autores contemporâneos. 

Os motivos pelos quais as pessoas buscam um profissional de psicanálise são muito particulares e variam de indivíduo para indivíduo. Atualmente, trabalho com adolescentes e adultos com as mais diversas demandas ou questões psíquicas. Acredito que ter passado pelas ciências econômicas e pelo mercado financeiro contribuiu para ampliar minha compreensão sobre a dinâmica psicológica nas instituições e este conhecimento tem sido importante para o trabalho com pacientes que buscam análise também motivados por conflitos no trabalho.

A técnica psicanalítica é também um poderoso instrumento para a promoção de autoconhecimento, de crescimento e amadurecimento mental. O paciente em análise, com o passar dos anos, percebe que seu sofrimento psíquico é consequência da sua forma de ver a vida, de seu modo de interpretar seus relacionamentos e de seu hábito em persistir nas dores do passado, ficando preso em dinâmicas de ressentimento e remorso, incluindo autocríticas desmedidas ou episódios de fúria por não poder suportar frustração ou limites.  Quando o paciente consegue quebrar esta dinâmica repetitiva e autodestrutiva, ganha autonomia e liberdade mental. Encontra soluções criativas para velhos e novos problemas e vive mais leve. E quem caminha mais leve, tem mais satisfação com a caminhada, o que é muito importante, pois a vida é um fluxo em constante transformação e evolução.

É assim que eu me apresento no trabalho e na minha vida, como um ser humano capaz de oferecer uma companhia empática, viva e fértil, nesta nossa constante busca por conhecimento e autoconhecimento, por contato verdadeiro consigo mesmo e com os outros, e por um espaço de criatividade que propicie expansão mental. 

* Você pode ver meu currículo completo aqui.